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3 passos essenciais para uma transmissão ao vivo


transmissão-aovivoAgências de marketing e publicidade, empresas de eventos e negócios que dependem diretamente da divulgação de seus produtos e serviços investem cada vez mais em transmissões ao vivo. São cursos online em tempo real, reuniões, eventos internos, feiras, eventos esportivos e propagandas, além de diversos outros tipos de vídeos que chegam a ser assistidos simultaneamente por milhões de pessoas, das mais variadas partes do mundo.

O número de expectadores de streaming cresce a cada dia, em parte em função da facilidade em se produzir trasmissões em tempo real pela internet. Quer ver como é fácil? Separamos dicas simples de como organizar você mesmo uma transmissão, em três passos:

1. Equipamentos necessários

O primeiro passo para se realizar uma transmissão ao vivo, seja para cobrir feiras e eventos ou para utilizar como promoção de produtos e serviços pela agência de publicidade, é necessário ter, basicamente: um computador, uma webcam comum ou uma câmera digital de alta qualidade para se realizar a filmagem. Um bom microfone também é importante para garantir áudio de qualidade. Para cursos online, o ideal é utilizar várias câmeras, dispostas em locais diferentes, proporcionando uma ampla visão ao aluno espectador.

2. Conexão

A conexão com a internet deve ser rápida, preferencialmente banda larga, mais indicada para transmissão de mídia. A estabilidade da conexão faz toda a diferença, pois uma transmissão ao vivo não pode ter falhas, interrupções ou instabilidades súbitas. Para um melhor desempenho é necessário disponibilizar pelo menos 1 MB de upload dedicado.

3. Plataforma

Existem diversas maneiras de viabilizar a transmissão ao vivo. São muitos sites especializados e plataformas virtuais, no Brasil e no exterior. Caso o seu evento dependa da integridade da transmissão e se boa parte do público for acompanhar online, o ideal é contratar um serviço especializado para alcançar 100% de qualidade, além de garantir a melhor experiência de usuário para o seu público. Uma empresa especializada levará em conta todas as peculiaridades do seu evento e da recepção, como acesso mobile ou desktop, tamanho de tela e outros.

Veja um exemplo de um dos nossos produtos e outras dicas no vídeo abaixo:

 

Já se você tiver disponibilidade para fazer pequenos testes com antecedência e sua audiência estiver em maioria no local do evento, você pode preferir testar alternativas gratuitas, até mesmo como forma de aprendizado sobre esse tipo de ferramenta.

Uma das melhores soluções para agências publicitárias, feiras, eventos e cursos online, o live streaming já se tornou febre no mundo todo. O que você está esperando? Seguindo estas dicas é possível começar a planejar sua transmissão ao vivo.

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TV ou vídeos online: quem ganha a briga pela audiência?


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Não é nenhuma surpresa que as estreias de séries online atinjam a mesma audiência que as equivalentes em transmissão de TV – sejam em canais abertos ou a cabo. Entretanto, o que antes era uma suspeita, agora se comprova por meio de pesquisas recentes de diferentes institutos: o perfil do espectador mudou.

Isso significa que cada vez mais a audiência abandona a forma tradicional de assistir a vídeos (a tela da TV) e passa a acessar seus programas preferidos no formato online, em dispositivos como tablets, celulares e na TV via internet. A consequência portanto é uma só: o número de espectadores online não para de crescer.

Esse fenômeno altera a forma de se fazer marketing digital. Vídeos para empresas que são exibidos em grandes lançamentos online garantem mais visibilidade às respectivas marcas, tornando o mercado mais receptivo a seus produtos.

Vídeos online já aparecem em 1º lugar nas pesquisas

Não à toa, transmissão de eventos esportivos tem seu espaço publicitário online disputado entre grandes empresas, dispostas a pagar quantias cada vez maiores por alguns segundos de exibição. Nas cerimônias de abertura e encerramento dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o número de espectadores via streaming – serviço de exibição de vídeos com transmissão ao vivo, via internet – atingiu picos de cerca de 4 milhões de acessos simultâneos, apenas na capital da Inglaterra, segundo dados do site iPlayer. Sinal de que os acessos a vídeos online já representam uma grande fatia da audiência – em um processo que está apenas no começo.

Uma das amostras mais consistentes sobre esse processo de mudança de perfil de público se encontra no levantamento feito pela empresa de pesquisa Nielsen, em 2012. Intitulada Consumers and Multi-Screen Media (Os Consumidores e a Mídia Multiplataforma, em inglês) a pesquisa levantou dados de cerca de 28 mil pessoas de mais de 55 países que têm acesso regular à internet. Os resultados apontam que 84% dos entrevistados já tiveram contato com conteúdo de vídeos online, ao menos em um computador comum. Comparativamente, a audiência da TV apareceu com 83%, ou seja, em patamar ligeiramente inferior.

Fatores que motivam a mudança

1_1-conteúdo_onlineQuais seriam, então, as causas de mudanças na forma de assistir ao conteúdo, originalmente designado para TV? Alguns fatores que desequilibram a disputa, em favor da internet são:

  • Ensino a distância: a modalidade de estudos que envolve cursos online parece ser uma das respostas mais próximas a esclarecer a questão. Isso porque o EAD, como é conhecido, depende 100% do acesso à internet para que o aluno tenha acesso aos conteúdos. Tal processo de educação acabou por dar mais independência aos estudantes e profissionais que buscam capacitação contínua. Esse público é estimulado a formentar discussões em salas de bate-papo virtuais, a assistir a aulas online, quantas vezes quisessem, de qualquer parte do mundo, na sequência que desejar, rompendo com o método de ensino presencial – muitas vezes, mais tradicional. Desse modo, o público começou a ficar mais próximo ao hábito de assistir a vídeos on demand – sob demanda.
  • Entretenimento: ou, mais precisamente, as séries de TV norte-americanas, que conquistam uma audiência cada vez mais qualificada e exigente. Convencionou-se dizer que as séries vivem sua “era de ouro”, com muitos especialistas afirmando que a verdadeira ousadia criativa deixou o cinema e migrou para as telas de TV. A qualidade das produções, sobretudo da TV dos Estados Unidos e da Inglaterra, levou o público a se apaixonar por suas tramas, fazendo com que a audiência não mais desejasse esperar para ver o episódio novo e quisesse, também, liberdade para rever os apisódios favoritos a qualquer momento. Isso impulsionou os sites de compartilhamento de arquivos, nos quais o público passou a ter acesso a downloads de suas séries e episódios favoritos, para assistir quando quisesse, na ordem que desejasse, compartilhando tal conteúdo via redes sociais, de forma a interagir com pessoas que têm gostos semelhantes. Um tipo de experiência jamais antes proporcionado pela TV.

Como fase mais recente desse processo de transformação da audiência temos uma palavra-síntese: independência. O público passa, definitivamente, a apontar o que quer, quando – e onde – deseja assistir. O novo comportamento deve ser levado em conta não apenas pelas emissoras de TV, que precisam atualizar sua transmissão com mais opções online, mas também pelas marcas que querem se aproximar dos clientes. Os produtores de vídeos institucionais precisam correr atrás dessa demanda exigente e com alto poder de formação de opinião.

As pesquisas comprovam a mudança de comportamento. Agora a bola está no campo dos provedores de conteúdo: quanto mais souberem captar os desejos de seu público, mais fidelizada a audiência se tornará.

Parece, enfim, que a “queda de braço” entre TV e conteúdo online já tem um vencedor. Basta apenas que os executivos de TV saibam dar as mãos à internet para ampliar a experiência transmídia como uma grande parceria e não mais como rival. Com isso, o público – e as marcas – só tem a ganhar.

Queremos saber sua opinião: vídeos online e TV são parceiros ou rivais? Aguardamos seu comentário!


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E-learning: poderosa ferramenta para qualificar profissionais e reduzir custos


Business training

Em um mercado globalizado e cada vez mais competitivo, é natural que as empresas desejem profissionais altamente qualificados e constantemente atualizados. A principal desvantagem, entretanto, é o alto custo que isso gera. O treinamento por e- learning e cursos online são saídas igualmente eficazes que apresentam alta redução de custos de treinamento. O e-learning permite eliminar gastos com deslocamento, alimentação, hospedagem e, ainda torna os treinamentos mais escaláveis – uma vez que não há limite de horários ou de alunos por turma. Há ainda a vantagem da maior felixibilidade, uma vez que os funcionários não precisam se ausentar do ambiente de trabalho durante o curso.

A pesquisa “O E-learning como redutor de custos de treinamento corporativo”, realizada para o Senai-MG, comparou os gastos gerais para treinamentos presenciais e a distância. Enquanto o treinamento presencial custaria R$ 48.118,90 para a instituição, o treinamento a distância teve custo estimado em R$16.275. O primeiro envolveria contratação de um tutor, hospedagem, impressão de apostilas, coffee break, aluguel de data-show, deslocamento e dias dos funcionários fora da unidade. Já o treinamento online depende apenas da contratação de uma empresa de e-learning e custos de conexão. Na pesquisa, a economia feita seria de 66,18%.

A redução de custos que um treinamento a distância oferece é adequada também por ser uma opção de treinar e capacitar usuários de diferentes unidades da empresa de uma só vez, reduzindo ainda mais os custos gerais. Os vídeos também possuem vantagem na aquisição de aprendizado. O estudo Ways Children Learn: what do experts say? (do inglês, “Como as crianças aprendem: o que dizem os especialistas?”) demonstra o poder dos vídeos para transmitir informações, para públicos de todas as idades. Segundo a pesquisa, as pessoas tendem a lembrar 10% do que leram, 20% do que ouviram, 30% do que viram e 50% do que ouviram e viram. Para completar, a pesquisa sugere que as pessoas lembram entre 70% a 90% daquilo que viram, ouviram e experienciaram. A parte da experiência pode ser facilmente inserida em e-learnings, visto que atualmente essa ferramenta consegue oferecer experiência muito semelhante a que os participantes teriam ao vivo.

As formas de transmissão de vídeo mais utilizadas hoje pelas empresas são através de cópias de mídias, como o DVD ou pendrives, por satélite ou streaming via internet. Com o uso do e-learning, empresas de qualquer cidade ou região têm ao seu alcance material de qualidade e a possibilidade de treinar os funcionários de forma prática e moderna, com eficiência.

Você já participou de cursos à distância ou tem interesse em experimentar com sua equipe? Compartilhe seus resultados ou dúvidas nos comentários!


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